Oficinas

Encontros / Oficinas

Inscrições: no jardim – dia 25 a partir das 13h00

                                     26 de agosto                                               27 de agosto

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A literatura para a infância como colo do desenvolvimento infantil

Ana Mourato

A literatura para a infância será a porta de entrada. Viaja-se através das entrelinhas, das ilustrações e da expressão de quem conta para de seguida experimentar e vivenciar de forma contentora as dinâmicas que ajudam a aninhar e a dar colo a diferentes questões do desenvolvimento infantil. Há livros ninho, livros docemente em aberto, livros que nos podem deixar em queda livre. Qual o papel do mediador?

Comunicar, Criar e Musicar na Infância

Maria José Barriga

Reflexões, práticas e experiências artísticas para facilitadores e agentes educativos que desenvolvem trabalhos com as 1ª e 2ª Infâncias. Criatividade, Experiências musicais, Improvisação são os processos artístico-musicais propostos com base em princípios de vários pedagogos musicais.

 

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Promover a leitura com adolescentes: das expectativas à competência leitora

Andreia Brites e Sérgio Letria

Nesta oficina exploram-se duas estratégias distintas de promover a leitura junto dos adolescentes. Recorrendo a vários títulos, convidamos os participantes a desenvolver expectativas de leitura e juízos críticos perante as obras.

 

 

Mistério e Suspense na literatura para Jovens

Eliane Gannem

Sabe-se do interesse dos leitores pelos livros de suspense e esta oficina pretende estimular o contato dos jovens com esse tipo de literatura inteligente, instigante, que estimula a leitura tornando-a prazerosa. Ao mesmo tempo, é também uma literatura que pode introduzir o leitor no pensamento crítico quando então questões sociais podem explicar a trama e até mesmo apontar na sua solução.

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Slam Poetry

Raquel Lima

A poetry Slam é uma pratica em torno da palavra dita e da performance, dedicado à promoção da poesia, à interação com o público e ao estimulo da criatividade dos participantes. O seu carácter lúdico transforma-a numa óptima ferramenta pedagógica no trabalho com leitura e escrita

https://portugalslam.com/workshops-2/

Slam Poetry

Raquel Lima

A poetry Slam é uma pratica em torno da palavra dita e da performance, dedicado à promoção da poesia, à interação com o público e ao estimulo da criatividade dos participantes. O seu carácter lúdico transforma-a numa óptima ferramenta pedagógica no trabalho com leitura e escrita

 https://portugalslam.com/workshops-2/

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A Ciência Poética – uma visita-percurso sensível e performativa ao Animalium – Museu de História Natural

Marina Palácio

Sejam Bem-vindos ao Museu Animalium para descobrir algumas preciosidades incríveis do planeta Terra! Cada animal é um ponto de partida para a exploração poética e performativa da ciência. Um olhar micro-macro sobre os nossos companheiros de planeta através de uma visita com jogos plásticos-poéticos para transportar os participantes para outros territórios/habitats. Despertar novos pensamentos e criatividades sobre a biodiversidade da Terra a partir do livro “científico” ilustrado. 

A Ciência Poética – uma visita-percurso sensível e performativa ao Animalium – Museu de História Natural

Marina Palácio

Sejam Bem-vindos ao Museu Animalium para descobrir algumas preciosidades incríveis do planeta Terra! Cada animal é um ponto de partida para a exploração poética e performativa da ciência. Um olhar micro-macro sobre os nossos companheiros de planeta através de uma visita com jogos plásticos-poéticos para transportar os participantes para outros territórios/habitats. Despertar novos pensamentos e criatividades sobre a biodiversidade da Terra a partir do livro “científico” ilustrado. 

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Escritas Breves

Vergílio Alberto Vieira

Porque ensinar a inventar é, como reconheceu Gianni Rodari: “ensinar a pensar”, a criação poética vai ser o centro de atenções dos participantes da oficina de escrita orientada: “Escritas breves” em que se tentará (com)provar que a palavra é ser; escrever, ser da palavra.

 

 

 

 

77 palavras  – a magia dos micro – relatos

Margarida Fonseca Santos

Escrever com gosto e melhor é um excelente objetivo, mas esbarramos banalidades, mensagens que ficam por dizer, textos sem brilho. Como se muda isto? Escrevendo textos curtos, partindo de desafios com excertos de livros, palavras impostas, letras a menos, imagens, emoções. Num registo curto, afinamos a escrita, melhoramos o texto, escondemos subentendidos, falamos de emoções por portas travessas. Saber o que cortar, como cortar e como podemos potenciar a leitura dos textos. Interessados? Venham daí – esta magia podemos aprender em qualquer momento!

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Leitura com Jovens – projectos | perguntas | inquietações

Manoel Garrido
( em breve)

 

 

Lectura y primera infancia:  Qué nos enseñan los niños y las niñas a través de nuestras praticas de lectura?

Evélio Cabrejo Parra

Partilha em torno de experiências no campo da leitura em voz alta com crianças.

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Imagens Vibrantes

Yoshi Yoki

No meu caso o impulso de contar nasce de um forte desejo de evocar uma imagem concreta uma cena  num conto. Muitas vezes construo o conto para alcançar essa imagem. É provável que tenha que ver com a minha formação como pintor, com a prática da caligrafia japonesa, o arranjo floral Ikebana , a cerimónia do chá e o haiku. Falaremos sobre a busca de imagens, quadros , pinturas… dentro do conto e da elaboração de haiku  a partir dessa imagem.

A voz dos livros (Laboratório teórico prático para contar com livro

Rodolfo Castro

A expansão da literatura infantil nos últimos 50 anos no mundo ocidental e o acesso a livros belissimamente ilustrados com as mais diversas abordagens estéticas e temáticas tem colocado desafios modernos para a leitura. Contar histórias na companhia deste tipo de livros é uma prática sem passado. Pertence em exclusiva ao nosso tempo e ainda fica muito por descobrir. Vamos explorar as suas potencialidades.

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Escrita em contexto escolar

Maria Teresa Andrueto

Como organizar um espaço de exploração em busca de uma palavra própria em bibliotecas ou escolas. Critérios gerais, objectivos, momentos e estratégias. Em que se diferencia uma oficina de uma aula de literatura? Porque são necessárias as oficinas na formação da criança ou jovem?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

¿CON  QUÉ OBJETO?

Dos contos aos  títeres

Rodorin

Estructuras para contar:
– Aleluyas, limericks, romance,…
– El cuento: de la tradición oral al cuento de autor.
– Estructuras poéticas.
– El libro como soporte.

Materiales:
– ¿Naturales, artificiales?
–  Muñecos, juguetes, títeres,…
–  Objetos reales o inventados.
–  Texturas, sonoridad, forma, color,…

De los objetos:
– Objetos encontrados, transformados.
– Encuentros fortuitos o como los objetos se relacionan.
– Comparación, símbolo, metáfora.

Anécdota dramática a partir de:
– Campo semántico: animales, oficios, lugares, …
– La tradición: cuento, libro, juego,…
– La intención: poética, humorada, melancólica.

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CONTAR e LER PARA RESPIRAR

Jorge Serafim

Esta oficina, fundamenta-se num pressuposto essencial para a compreensão da natureza humana: contar histórias é um caminho individual onde se cruzam o conto popular, o conto de autor, os livros que nos tocam, as experiências de vida, a palavra
plástica, a palavra escrita, a palavra interior.
Ler, narrar e ouvir, cada vez mais, face ao universo da imagem, é despertar e reconhecer os sentidos e o corpo que temos como habitat da palavra.

Conteúdos:
– despertar para os valores e os sentidos dos contos de tradição oral
– partilhar técnicas de narração, utilizando o corpo, a voz, o espaço e o contexto
– o conto como elemento de criação e recriação
– reflexões sobre a mediação leitora
– realização de actividades práticas de compreensão e mediação leitora, usando o livro como suporte e ferramenta.

OS MEUS CÃES E OUTROS POETAS

Gisela Cañamero

A autora dinamiza esta oficina mista – de leitura de poemas-história, com estímulos à criação plástica, cruzada com a palavra e com a música. Ela desenvolve-se em torno do livro com o mesmo nome, ilustrado por Ana Rodrigues.

A abordagem poética de histórias verídicas sensibiliza para o reconhecimento do estatuto do animal – a partir de um ser que nos é tão próximo, o cão – como um ser senciente, cuja vida e bem-estar, por estar tão dependente dos humanos, lhes merece cuidados.

 

 

 

 

 

 

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Narrare humanum est

Xabier Puente doCampo

A forma e o conteúdo da oficina é desejável que se veja guiado pela activa intervenção dos assistentes, ainda que é de supor que falar-se-á sobre a origem da oralidade, sobre sua função, a relação entre a oralidade e a leitura, os elementos que definem a oralidade, a narração, o/a narrador/a, o/a que escuta, a palavra como unidade engendradora.

 

 

 

 

 

 

Tradição Oral Afrocubana

Corália Rodriguez

Coralia es iniciada en los cultos afrocubanos. Muy pequeña, allá en el campo cubano, escuchó los primeros cuentos africanosde los labios de su bisabuela mandinga, Ma Dolores. Hoy, ella nos ofrece la posibilidad de acercarnos a la tradición oral de los esclavos que llegaron a Cuba procedentes de Nigeria, Benin, Congo, Angola.

A través de cantos, cuentos, proverbios, nos acercamos a ese componente africano de la cultura cubana, sus raíces, su belleza, su profundidad. Palabra que llegó a Cuba llena de dolor , pero también de alegría, en los barcos negreros y que fue protegida hasta hoy, por los cuenteros y griots africanos, y se mestizó llegando a Cuba. Palabra ya afrocubana.

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Leitura e imagem

André da Loba

Pergunta! Exclamação? Ponto: Pedra! Papel? Tesoura. (ou, as musas de um contador de histórias). Tudo começou há muitos, muitos, muitos…muitos anos com o primeiro contador de histórias da tribo e a primeira palavra. Apareceu sozinha, por magia. Mas logo veio a segunda, para fazer par. A terceira caiu dos céus, porque era essa era a sua natureza. O contador de histórias começou a experimentar: Fez combinações entre elas, exercitando-as, relacionando-as com objectos e acções que existiam em seu redor. Pausando aqui. Pausando ali. Expressando surpresa, dúvida e certeza. Em pouco tempo tinha palavras suficientes para descrever o seu mundo. Não um mundo realista, mas um mundo imaginado. Porque o que importa não são as palavras, mas o que inventamos com elas.

A viagem de Peludim – um instrumento na prevenção da violencia sexual e de género na infância 

Vânia Beliz

Pretende-se que esta oficina apoie, quem educa, na prevenção de riscos através de várias estratégias lúdicas que podem ser utilizadas em casa ou na escola. Uma viagem pela curiosidade dos mais novos e pelas estratégias que devemos adotar de forma a promover a segurança das crianças.

 

 

 

 

 

 

 

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Ler – construir sentido a partir do lugar, da palavra da imagem

Mafalda Milhões

A partir da obra de João Pedro Mésseder e Rachel Caiano desenvolvida na exposição “Universos Poéticos” –  criam-se propostas / jogos de leitura , escrita e composição, desenham-se trajetórias diversas, procurando-se encontrar caminhos para relação entre o livro, a leitura, os espaços e os objectos. Aqui o corpo é convidado a jogar e os sentidos são convocados a ler o lado de lá do livro. Porque tudo é sempre outra coisa.

 

Leitura com Jovens – projectos | perguntas | inquietações

Manoel Garrido
( em breve)

 

 

 

 

 

 

 

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Oralidade e Jogo Cénico nas práticas leitoras

Zé Mauro Brant

A oficina tem como objetivo de exercitar nossas habilidades de leitura, percepção e reflexão por meio da prática de contar histórias. A oficina busca oferecer um aprimoramento do instrumental – voz, gesto e leitura de mundo – e dos caminhos fundamentados para exercer a arte de contar historias e suas aplicações em estratégias de promoção de leitura.

 

 

 

 

 

Biblioterapia – conceitos | ferramentas

Ana Carla Gouveia

1- Explicação do conceito de Biblioterapia

2- Apresentação das ferramentas de diagnostico

3- Aplicação das ferramentas de diagnóstico

4- Exemplificação de “receitas biblioterapeuticas”  e discussão

5- Apresentação de ferramentas de auto-análise pós-leitura e de ferramentas de potenciação da leitura.

Nota 1- A biblioterapia não aplica/receita livros de auto-ajuda, os livros receitados são romances ou ensaios actuais e clássicos da literatura de todo o mundo.

Tertúlias

Dia 28 de agosto

17h30

Jardim Público

Casa do Contador

Tertúlia : Para uma mediação diferente?
Mediar o livro e a leitura junto de pessoas com necessidades educativas especiais. Miguel Horta apresenta um pequeno conjunto de intervenções que lançam o debate sobre o movimento que vem surgindo em bibliotecas públicas e escolares para a intervenção junto de leitores especiais.
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